domingo, 2 de janeiro de 2011

Aborto paterno

Eu sou contra o aborto. Jamais faria um, caso contrário, Dalila e Tarsila não existiriam.

Mas sou favorável ao aborto do pai.
As mães deveriam escolher que pai querem para os seus filhos. A paternidade é uma sociedade, afinal!
É claro que há a forma mais lógica: prevenir-se dos cretinos.
Mas, às vezes, a cretinice só surge depois da gravidez.
Nesses casos, a mãe poderia ter a opção de ir a um banco de dados de homens aptos a serem pais. É, tem tanto homem por aí que sonha em ter filhos, que gostaria de acompanhar a emoção da gravidez, do parto. Assumir um filho é acompanhar e curtir tudo, afinal.
Pai não é aquele que cria? Pois então...
Conheço vários casos em que a mãe recorreria ao tal banco, se ele existisse.

5 comentários:

Wellyn Nascimento disse...

Concordo plenamente!

André Costa Nunes disse...

Leiska,

O Anfrizão, folósofo da gandaia, já dizia: "ou amigo, ou merda. Meio amigo é meio traíra".

Sem entrar no mérito da questão, pergunto:
-Serve um banco de avô?

andre

Kiko Marinho disse...

Eu não suporto te ver assim ...
Bora lá..vire o jogo.
Tantas pessoas te curtem..tantas te
adoram.
Tarsila é o nome do bb?
Que legal.Dalila e Tarsila!
Anote aí..vc vai ainda,ser muuuuuuuuito feliz,loucamente feliz
com estas meninas..
Beijo grende em seu coração!!
Boca Linda;

Ana Célia Pinheiro disse...

Concordo em gênero, número e grau. Posso carregar essa postagem lá pra Perereca? Abs,
Ana Célia Pinheiro

. disse...

André, vc está intimado a ser avô!!! Nem pense no contrário!!
Vou levar meu barrigão pra vires em breve.

Big, muito obrigada pelo carinho! Vc é sempre um amor!

E Ana, fique à vontade. Obrigada pela deferência.

Beijos nos 4 (incluindo Wellyn)