domingo, 4 de dezembro de 2011

Eparrei, Iansã!

Não sou seguidora do candomblé, nem de qualquer outra doutrina afroreligiosa. Já estive em cultos da crença para fazer matérias e vídeos e, embora tenha achado muito bonito e interessante, não me agrada enquanto religião. Acho bonito do ponto de vista cultural.

Mas respeito. Da mesma forma que respeito quem acredita em santos e ora aos berros em templos evangélicos.
E não nego que acho muito curioso que muitos seguidores das religiões afro me digam "És muito Iansã!", "Tu sabes que és filha de Iansã, né?".

Li que hoje é dia de Santa Bárbara. No sincretismo religioso, ela é Iansã, a Deusa dos ventos e das tempestades. Não contive a curiosidade e fui pesquisar um pouco sobre ela aqui na internet. Fiquei surpresa com o resultado. E mesmo ratificando que não sou e nem pretendo ser seguidora do candomblé, me achei muito filha da Iansã, olha...

Abaixo um dos textos que achei.

IANSÃ


IANSÃ também chamada OYA, é o Orixá dos ventos e raios.

Além disto, e Senhora dos Eguns (espíritos dos mortos), os quais controla com um rabo de cavalo chamado Eruexim - um dos seus símbolos.

Guerreira, a mais agitada das Orixás femininas, foi esposa de Ogum e, posteriormente, a mais importante esposa de Xangô. é irrequieta, autoritária, mas sensual, de temperamento muito forte, dominador e impetuoso.
É dona dos movimentos (movimenta todos os Orixás), em algumas casas é também dona do teto da casa, do Ilê. Suas cores são vermelho e branco, marrom terracota ou ainda, rosa.

De acordo com uma lenda Oyá Omo Mésàm (a mãe dos nove filhos) derivou o nome de Iansã.
Sua saudação é EPA HEY !

O ARQUÉTIPO DE IANSÃ

As pessoas filhas de Iansã são audaciosas, intrigantes, autoritárias, vaidosas, pessoas sensuais, volúveis, com tendência a ter diversos relacionamentos sexuais, inclusive aventuras extraconjugais.
São ciumentas. Mas quando estão amando verdadeiramente são dedicadas a uma só pessoaa. São extremamente companheiras.

IANSÃ — Orixá dos Ventos e da Tempestade !!! 

Oxaguiam (Oxalá novo e guerreiro) estava em guerra, mas a guerra não acabava nunca, tão poucas eram as armas para guerrear. Ogum fazia as armas, mas fazia lentamente.
Oxaguiam pediu a seu amigo Ogum urgência, Mas o ferreiro já fazia o possível. O ferro era muito demorado para se forjar e cada ferramenta nova tardava como o tempo. Tanto reclamou Oxaguiam que Oyá, esposa do ferreiro, resolveu ajudar Ogum a apressar a fabricação.
Oyá se pôs a soprar o fogo da forja de Ogum e seu sopro avivava intensamente o fogo e o fogo aumentado derretia o ferro mais rapidamente. Logo Ogum pode fazer muitas armas e com as armas Oxaguiam venceu a guerra.
Oxaguiam veio então agradecer Ogum. E na casa de Ogum enamorou-se de Oyá. Um dia fugiram Oxaguiam e Oyá, deixando Ogum enfurecido e sua forja fria. Quando mais tarde Oxaguiam voltou à guerra e quando precisou de armas muito urgentemente, Oyá teve que voltar a avivar a forja.
E lá da casa de Oxaguiam, onde vivia, Oyá soprava em direção à forja de Ogum. E seu sopro atravessava toda a terra que separava a cidade de Oxaguiam da de Ogum. E seu sopro cruzava os ares e arrastava consigo pó, folhas e tudo o mais pelo caminho, até chegar às chamas com furor. E o povo se acostumou com o sopro de Oyá cruzando os ares e logo o chamou de vento.
E quanto mais a guerra era terrível e mais urgia a fabricação das armas, mais forte soprava Oyá a forja de Ogum. Tão forte que às vezes destruía tudo no caminho, levando casas, arrancando árvores, arrasando cidades e aldeias. O povo reconhecia o sopro destrutivo de Oyá e o povo chamava a isso tempestade.

http://www.guardioesdaluz.com.br/iansaafro.htm

2 comentários:

Paulo Tamburro disse...

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