terça-feira, 2 de junho de 2009

Bandeira de todos

Acabo de chegar do velório do Walter Bandeira.
O Teatro Waldemar Henrique estava exatamente como o coração do cantor: com espaço para ricos, pobres, famosos, anônimos, artistas, jornalistas, amigos de boteco, de trabalho, gente que parou para um papo, os da esquerda e os da direita.
Espaço democrático e eclético. Como ele foi. Como ele sempre será lembrado.

4 comentários:

vi-da-privada disse...

Que péssima notícia, amiga!

Alcilene Cavalcante disse...

Morei 10 anos em Belém e era grande amiga de Walter. Fiquei muito triste. A noite fica menos alegre, menos irreverente e menos viada claro, sem Bandeira, alegrando a vida de todos.

vi-da-privada disse...

A ida do Bandeira te deixou muda mesmo, né, amga?

. disse...

É, Alcilene, sem dúvida as noites de Belém ficarão mais tristes sem ele. As noites, os palcos, as rádios e qualquer outro lugar acostumado àquela luz toda.
Uma pena mesmo.

E, Nê, quase isso amiga. Quase isso...